Cabra Geeki
Música15 de abril de 20262 min de leitura

Mikael Åkerfeldt explica por que os Beatles são progressivos

@cabrageeki

Líder do Opeth defende que os Fab Four são mais prog do que muito grupo técnico por aí. E ele tem um ponto!

Mikael Åkerfeldt explica por que os Beatles são progressivos

Se você acha que rock progressivo é só sobre solos intermináveis e compassos impossíveis, Mikael Åkerfeldt, o gênio por trás do Opeth, está aqui pra te dar uma aula. Em uma declaração que vai fazer muito purista de prog torcer o nariz, ele defendeu que os Beatles — sim, os Fab Four de Liverpool — podem (e devem!) ser chamados de banda progressiva.

O argumento do Mikael é daqueles que fazem a gente parar pra pensar: segundo ele, o progressivo moderno se tornou 'técnico demais', focando mais em virtuosismo do que em inovação real. E é aí que os Beatles entram na conversa. A banda de Lennon e McCartney vivia reinventando sua sonoridade a cada álbum — de 'Rubber Soul' a 'Sgt. Pepper's', cada disco era uma evolução absurda, quebrando regras como quem troca de roupa.

Pra Åkerfeldt, o verdadeiro espírito do progressivo está em progredir, em empurrar limites e desafiar o status quo musical. E convenhamos: poucos fizeram isso com tanta maestria quanto os Beatles. Eles colocaram sitares, orquestras, fitas invertidas e experiências sonoras que ninguém tinha ouvido antes — tudo isso enquanto faziam hits que grudavam na cabeça feito chiclete.

É o tipo de take que gera debates acalorados nos fóruns e grupos de rock, tipo aquelas discussões épicas sobre quem é o melhor Doutor em Doctor Who. Mas se a gente olhar com carinho, faz todo sentido. Progresso é sobre evolução, não sobre quantas notas você consegue tocar por segundo. E aí, cabras: vocês concordam com o Mikael ou acham que ele viajou na maionese?

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